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06
Mar 08

 

Dominic Purcell(irmão de michael scofield em Prison Break) confirmou num Talk Show Irlandês,que Prison Break terá uma quarta temporada,entretanto  amaury Nolasco(Sucre),revelou que as gravações podem começar já em Maio,sendo que a emissão está prevista só para 2009, Quanto a história,existiam  rumores que davam como certo o regresso de Sara morta contudo agora surge na imprensa americana a noticia de Sara  não ter sido morta. Face a esta premissa a companhia  poderia ter montado um esquema para que os irmãos pensassem que a médica estaria de facto morta. Esta é uma das previsões dos inúmeros sites americanos.

Deixo aqui o link que dá acesso ao video  da participação do actor no talk show Irlandês onde confirmou  regresso de Prison Break.

Este,têm apenas 21 segundos,revela a confirmação.

http://www.youtube.com/watch?v=9lnN1C2_u9s&feature=related

Já este têm a maior da entrevista do actor no talk show

http://www.youtube.com/watch?v=5SRJ8izZzRY

fonte:tvcinews

 

publicado por Johnny às 15:40

02
Mar 08

O riso fácil é o cartão de visita do apresentador

- O Fernando tem contrato com a RTP para apresentar ‘O Preço Certo’ até 2009?

- Tenho, pelo menos, contrato assinado com a RTP para mais dois anos, este e 2009. Em relação a ‘O Preço Certo’, pelo menos este ano está garantido. Espero que o próximo também esteja.

- A continuidade do concurso tem a ver com as audiências?

- Também tem a ver com as audiências e com o facto de elas serem boas ou não. Neste momento são óptimas, ficamos quase sempre entre os cinco mais vistos do dia e acho que essa é a razão principal para que o programa se mantenha. Também tenho que dizer que esta equipa se farta de trabalhar para isso. Sermos líderes das audiências naquela hora [19-20h] é bom sinal. E já ultrapassámos as mil edições. Festejámos esse marco no ano passado, no Coliseu do Porto.

- O concurso mantém-se à frente nas audiências, mesmo contra os ‘Morangos com Açúcar’, da TVI?

- Contra tudo e contra todos!

- Qual o segredo para tanto sucesso, desde que começou a apresentar este programa, em 2004, até agora, quatro anos depois?

- É um fenómeno! Embora o programa seja sempre o mesmo, os concorrentes variam. E têm sido sempre pessoas muito simpáticas. Aderem bem às minhas piadas e ao trocadilho, que os ajuda a ficarem à-vontade. Elas vêm aqui sobretudo para ganharem dinheiro, mas também querem divertir-se. E isso acontece sempre. As pessoas gostam de rir. E há um bom ambiente geral, com toda a equipa de produção a entrar na brincadeira.

- O Fernando ajuda os concorrentes?

- Às vezes tento ajudar, dando umas dicas daqui, outras dali. Não posso dizer tudo, senão ‘O Preço Certo’ deixava de ser um concurso.

- Pode definir-se um perfil de concorrente de ‘O Preço Certo’?

- Não. Varia muito! Já cá tivemos padres, presidentes de câmara, donos de agências funerárias, gente de todo o País.

- A assistência é composta sobretudo por pessoas reformadas?

- Já começa a vir alguma malta nova, mas é verdade que há mais concorrentes reformados e penso que, em casa, os telespectadores também são sobretudo pessoas de mais idade, que têm outra disponibilidade nessa faixa horária.

- Há ali um ambiente revisteiro?

- Um pouco. A escola da Revista ajudou-me muito a fazer o programa assim como faço. Não sou um apresentador nem é isso que quero ser, portanto, levei isto por outro caminho, apresento o concurso da maneira revisteira de que gosto e acho que foi um caminho ganho!

- O Fernando considera-se, antes de mais, actor. No concurso está a representar?

- Não, não! Estou a apresentar. Mas faço isso com a escola da Revista, a comunicação actor-público. Tenho um público aqui à minha frente e isso é importantíssimo.

- Qual é, na sua opinião, o momento alto do programa?

- Em casa, se calhar, é a ‘Montra Final’. No estúdio, as pessoas divertem-se durante todo o programa, mas também nesse momento final. Para quem nunca pisou um estúdio, nunca esteve à frente das câmaras, não é fácil, mas eu consigo pôr todos à-vontade. Aquele bocadinho divertido que os concorrentes passam durante as gravações é importante para desanuviarem das suas vidas no dia-a-dia.

- Houve alguma situação que ficasse para a história de ‘O Preço Certo’?

- Houve uma terra, que não vou dizer em que lugar do País é, em que se deu um divórcio por causa do programa. O casal combinou dividir a ‘Montra’, mas acho que houve para ali umas ‘caldeiradas’, um não dividiu com o outro e deu em divórcio. Mas aquilo já não devia estar bem entre eles...

- Há muito lugar para o improviso?

- Há todo. Não tenho nenhum papel na mão quando apresento o programa. Conheço os jogos, sei quais se vão fazer em cada dia e o resto é improviso. Às vezes, nos directos, temos telefonemas, estamos sujeitos a ouvir uma chamada menos agradável. Mas nunca aconteceu.


 Nunca sucedeu alguma situação embaraçosa?

- Embaraçosa, não. Mas já ligaram senhoras em directo, que me disseram: “Ai, se eu fosse mais nova, você não me escapava...”

- Quantas pessoas compõem a assistência em estúdio?

- Cento e tal a duzentas pessoas. E algumas vêm uma vez e voltam. Mas, se foram concorrentes, não podem voltar como jogadores, mas sim como acompanhantes da equipa.

- Como é que se define qual o concorrente em cada equipa?

- Há um sorteio prévio. E, às vezes, a pessoa que se inscreveu não é a pessoa que joga. É bom quando a pessoa que joga é castiça e ajuda à brincadeira.

- Continua a fazer Revista à Portuguesa?

- Sim. Mantenho-me em digressão pelo País, com a revista ‘O Peso Certo’, em alusão ao ‘O Preço Certo’ e ao meu próprio peso.

- O Fernando brinca com o seu peso?

- Sim, encaro isso naturalmente.

- Mantém alguns cuidados com a sua saúde?

- Devia ter mais, em termos de regras de alimentação, de cumprir horários às refeições e de fazer exercício físico. Mas faço tudo ao contrário... Um dia, vai lá. Vamos ter... o peso certo.

- Que idade tem?

- Faço 45 dia 9 de Março.

- E qual é a idade actual dos seus filhos?

- A Nádia tem 21 anos e o Vítor tem 16.

- Onde nasceu o Fernando?

- Em Lisboa.

- Vive na Linha?

- Sim. Estou a viver em Cascais.

- O Fernando foi criado com mais irmãos. É o mais velho?

- Não. Sou o segundo de quatro irmãos, o Júlio, a Ana Maria e o José [José Mendes foi jornalista do ‘Correio da Manhã’, nos primórdios do jornal. Actualmente, integra a redacção do semanário ‘Expresso’].

- Quando se estreou como actor?

- Comecei a representar aos 17 anos, na revista ‘Reviravolta’, em 1980, no teatro ABC, no Parque Mayer, em Lisboa, [com Eugénio Salvador, Florbela Queiroz, Rosa do Canto e Mara Abrantes no elenco].

- Nessa altura, a escolha dos actores era feita por casting?

- Não. No meu caso, ter o meu pai no teatro abriu-me as portas. Comecei como ajudante de contra-regra, engraxava sapatos, tirava pregos e, à noite, fazia as minhas pontinhas como actor. Fui gostando cada vez mais desta profissão, aprendi com os bons, com os que sabiam e só me fez bem ter começado assim.

- Lembra-se de qual foi o primeiro dos seus já inúmeros trabalhos em televisão, nomeadamente em telenovelas e no programa da RTP 1 ‘Dança Comigo’?

- Foi aos 19 anos, num programa de música portuguesa que se chamava ‘O Foguete’, com António Sala, Luís Arriaga e o meu querido amigo Carlos Paião.

fonte:cm

publicado por Johnny às 12:45

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