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02
Mar 08

O riso fácil é o cartão de visita do apresentador

- O Fernando tem contrato com a RTP para apresentar ‘O Preço Certo’ até 2009?

- Tenho, pelo menos, contrato assinado com a RTP para mais dois anos, este e 2009. Em relação a ‘O Preço Certo’, pelo menos este ano está garantido. Espero que o próximo também esteja.

- A continuidade do concurso tem a ver com as audiências?

- Também tem a ver com as audiências e com o facto de elas serem boas ou não. Neste momento são óptimas, ficamos quase sempre entre os cinco mais vistos do dia e acho que essa é a razão principal para que o programa se mantenha. Também tenho que dizer que esta equipa se farta de trabalhar para isso. Sermos líderes das audiências naquela hora [19-20h] é bom sinal. E já ultrapassámos as mil edições. Festejámos esse marco no ano passado, no Coliseu do Porto.

- O concurso mantém-se à frente nas audiências, mesmo contra os ‘Morangos com Açúcar’, da TVI?

- Contra tudo e contra todos!

- Qual o segredo para tanto sucesso, desde que começou a apresentar este programa, em 2004, até agora, quatro anos depois?

- É um fenómeno! Embora o programa seja sempre o mesmo, os concorrentes variam. E têm sido sempre pessoas muito simpáticas. Aderem bem às minhas piadas e ao trocadilho, que os ajuda a ficarem à-vontade. Elas vêm aqui sobretudo para ganharem dinheiro, mas também querem divertir-se. E isso acontece sempre. As pessoas gostam de rir. E há um bom ambiente geral, com toda a equipa de produção a entrar na brincadeira.

- O Fernando ajuda os concorrentes?

- Às vezes tento ajudar, dando umas dicas daqui, outras dali. Não posso dizer tudo, senão ‘O Preço Certo’ deixava de ser um concurso.

- Pode definir-se um perfil de concorrente de ‘O Preço Certo’?

- Não. Varia muito! Já cá tivemos padres, presidentes de câmara, donos de agências funerárias, gente de todo o País.

- A assistência é composta sobretudo por pessoas reformadas?

- Já começa a vir alguma malta nova, mas é verdade que há mais concorrentes reformados e penso que, em casa, os telespectadores também são sobretudo pessoas de mais idade, que têm outra disponibilidade nessa faixa horária.

- Há ali um ambiente revisteiro?

- Um pouco. A escola da Revista ajudou-me muito a fazer o programa assim como faço. Não sou um apresentador nem é isso que quero ser, portanto, levei isto por outro caminho, apresento o concurso da maneira revisteira de que gosto e acho que foi um caminho ganho!

- O Fernando considera-se, antes de mais, actor. No concurso está a representar?

- Não, não! Estou a apresentar. Mas faço isso com a escola da Revista, a comunicação actor-público. Tenho um público aqui à minha frente e isso é importantíssimo.

- Qual é, na sua opinião, o momento alto do programa?

- Em casa, se calhar, é a ‘Montra Final’. No estúdio, as pessoas divertem-se durante todo o programa, mas também nesse momento final. Para quem nunca pisou um estúdio, nunca esteve à frente das câmaras, não é fácil, mas eu consigo pôr todos à-vontade. Aquele bocadinho divertido que os concorrentes passam durante as gravações é importante para desanuviarem das suas vidas no dia-a-dia.

- Houve alguma situação que ficasse para a história de ‘O Preço Certo’?

- Houve uma terra, que não vou dizer em que lugar do País é, em que se deu um divórcio por causa do programa. O casal combinou dividir a ‘Montra’, mas acho que houve para ali umas ‘caldeiradas’, um não dividiu com o outro e deu em divórcio. Mas aquilo já não devia estar bem entre eles...

- Há muito lugar para o improviso?

- Há todo. Não tenho nenhum papel na mão quando apresento o programa. Conheço os jogos, sei quais se vão fazer em cada dia e o resto é improviso. Às vezes, nos directos, temos telefonemas, estamos sujeitos a ouvir uma chamada menos agradável. Mas nunca aconteceu.


 Nunca sucedeu alguma situação embaraçosa?

- Embaraçosa, não. Mas já ligaram senhoras em directo, que me disseram: “Ai, se eu fosse mais nova, você não me escapava...”

- Quantas pessoas compõem a assistência em estúdio?

- Cento e tal a duzentas pessoas. E algumas vêm uma vez e voltam. Mas, se foram concorrentes, não podem voltar como jogadores, mas sim como acompanhantes da equipa.

- Como é que se define qual o concorrente em cada equipa?

- Há um sorteio prévio. E, às vezes, a pessoa que se inscreveu não é a pessoa que joga. É bom quando a pessoa que joga é castiça e ajuda à brincadeira.

- Continua a fazer Revista à Portuguesa?

- Sim. Mantenho-me em digressão pelo País, com a revista ‘O Peso Certo’, em alusão ao ‘O Preço Certo’ e ao meu próprio peso.

- O Fernando brinca com o seu peso?

- Sim, encaro isso naturalmente.

- Mantém alguns cuidados com a sua saúde?

- Devia ter mais, em termos de regras de alimentação, de cumprir horários às refeições e de fazer exercício físico. Mas faço tudo ao contrário... Um dia, vai lá. Vamos ter... o peso certo.

- Que idade tem?

- Faço 45 dia 9 de Março.

- E qual é a idade actual dos seus filhos?

- A Nádia tem 21 anos e o Vítor tem 16.

- Onde nasceu o Fernando?

- Em Lisboa.

- Vive na Linha?

- Sim. Estou a viver em Cascais.

- O Fernando foi criado com mais irmãos. É o mais velho?

- Não. Sou o segundo de quatro irmãos, o Júlio, a Ana Maria e o José [José Mendes foi jornalista do ‘Correio da Manhã’, nos primórdios do jornal. Actualmente, integra a redacção do semanário ‘Expresso’].

- Quando se estreou como actor?

- Comecei a representar aos 17 anos, na revista ‘Reviravolta’, em 1980, no teatro ABC, no Parque Mayer, em Lisboa, [com Eugénio Salvador, Florbela Queiroz, Rosa do Canto e Mara Abrantes no elenco].

- Nessa altura, a escolha dos actores era feita por casting?

- Não. No meu caso, ter o meu pai no teatro abriu-me as portas. Comecei como ajudante de contra-regra, engraxava sapatos, tirava pregos e, à noite, fazia as minhas pontinhas como actor. Fui gostando cada vez mais desta profissão, aprendi com os bons, com os que sabiam e só me fez bem ter começado assim.

- Lembra-se de qual foi o primeiro dos seus já inúmeros trabalhos em televisão, nomeadamente em telenovelas e no programa da RTP 1 ‘Dança Comigo’?

- Foi aos 19 anos, num programa de música portuguesa que se chamava ‘O Foguete’, com António Sala, Luís Arriaga e o meu querido amigo Carlos Paião.

fonte:cm

publicado por Johnny às 12:45

tenho 18 anos e peso 74 kilos e normal
ronaldo a 19 de Julho de 2008 às 18:33

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